Artigo: Gestão Estratégica do conhecimento em pequenas empresas brasileiras.
Autor: Fábio Márcio Dias da Silva.
Resumido por: Luciana F. Lazzarini Zanetti.
Estamos vivenciando uma nova era social, tecnológica e organizacional, onde o elemento humano ganha destaque capital. A tecnologia estreita e praticamente exclui as fronteiras dentro ou fora das organizações. O tempo e a comunicação despontam como variáveis imprescindíveis para a tomada de decisão. Todas essas revoluções constituem o centro de gravidade para a discussão da Gestão do Conhecimento.
O conhecimento humano deve ser usado para transformar e inovar os produtos das empresas, transformando esses esforços em resultados e crescimento das instituições. As pessoassão as responsáveis pelo desdobramento das informações em conhecimento.
Para atender as expectativas dos seus clientes, as empresas devem considerar as idéias de todos aqueles envolvidos no processo organizacional. Isso ressalta a importancia de se gerenciar o conhecimento, para incrementar a produção e alinhar as empresas com a realidade enfrentada pela economia global.
A partir da década de 1990, as mudanças ocorridas no país forçaram as empresas brasileiras a adotar um comportamento mais profissional. As dificuldades enfrentadas por essas empresas fez com que o empresariado recriasse seus mecanismos de criação de bens e serviços, focando na inovação constante, já que a necessidade do cliente passou a ser entendida como ponto central para os negócios da Era da Informação.
Essas mudanças forçam as empresas a considerar a Gestão do Conhecimento um ponto importante para atender aos novos requisitos de seus produtos e serviços. Ela gera informações importante para a tomada de decisão no tempo hábil para competir no novo mercado globalizado.
A difusão sistemática e ampla do conhecimento pela organização é a chave do sucesso das pequenas organizações brasileiras. O consenso necessário para as pequenas empresas superar os desafios dessa nova realidade é que o único recurso à disposição de qualquer empresa são as pessoas e suas competências.
É importante para as pequenas empresas brasileiras criar estratégias focadas em inovação e fluxo de conhecimento, valorizando o elemento humano, facilitando a troca de informações, a disseminação do conhecimento, que dê liberdade e oportunidades aos seus colaboradores.
Uma pequena empresa da nova economia não sobreviverá se desejar vencer seus desafios isolada em seu universo.
Devido às suas características, as pequenas empresas possuem alguma vantagens, como por exemplo, a facilidade em criar relações entre seus funcionários devido à real proximidade que existe entre as pessoas.
Estamos na era do esforço coletivo, onde as redes de pessoas e seus conhecimentos formam a nova consciência empresarial, onde cada funcionário possue papel de destaque pela sua interação com clientes e fornecedores, sendo os motores de criação de valor dentro da empresa.
Domingo, Dezembro 27, 2009
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